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Agenda Econômica, segunda-feira (03): Acompanhamento das tensões geopolíticas e descoberta dos detalhes do acordo comercial sino-americano deverão guiar movimentos do mercado.

03/01/2020 - Agenda Econômica, segunda-feira (03): Acompanhamento das tensões geopolíticas e descoberta dos detal

O principal divisor de águas nos mercados globais nesta semana deverá continuar sendo os novos capítulos da escalada das tensões geopolíticas protagonizadas por Irã e EUA. Poucos imaginavam que tão logo a ratificação da reaproximação entre de EUA e China acontecesse, o mundo presenciaria um solavanco tão grande no ambiente econômico que acabava de parecer mais próspero para 2020.

Como efeitos colaterais da deflagração desse novo conflito, os preços do barril do petróleo, o aumento da aversão dos investidores ao aporte de recursos em ativos de risco (tipicamente de economias emergentes) e os fluxos monetários em direção a safe heavens devem ser os primeiros a serem notados. A médio prazo, o posicionamento diplomático dos aliados de cada uma das partes deverá entrar no radar dos investidores, assim como os desdobramentos disso sobre as relações comerciais entre potências.

Na semana que começa, os agentes econômicos também se mostrarão ávidos pela revelação dos detalhes do acordo comercial “fase 1” entre EUA e China. Donald Trump, a propósito, no final da semana passada, prometeu uma cerimonia de assinatura com o chefe de estado chinês, Xi Jinping, para o dia 15 de dezembro. O bom humor dos mercados e, por conseguinte, as projeções para o crescimento da economia global deverão passar pela consecução ou frustração das expectativas quanto as trocas envolvidas nesse tratado parcial.

Dentre os reportes econômicos da virtual primeira semana do ano, estarão alguns que darão pistas sobre os rumos das políticas monetárias dos EUA e União Europeia. Da união econômica virá a o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e as Atas da última reunião deliberativa do Banco Central Europeu (BCE). A UE enfrenta um ambiente recessivo, presa entre a baixa pressão inflacionária local e maus resultados comerciais decorrentes da diminuição da atividade econômica dos principais destinos de suas exportações. Enquanto isso, nos EUA, o Relatório de Emprego não-agrícola (Payroll) e o Índice de atividade não-industrial darão pistas sobre a inclinação dos membros do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) em sua próxima reunião deliberativa, daqui a 22 dias.

Em âmbito doméstico, o cenário é de calmaria, também em razão do recesso parlamentar. Então, o momento é propício para o alinhamento das projeções econômicas para o ano e o delineamento das agendas político-econômicas. A tramitação da reforma tributária e administrativa parecem ser os principais itens dessa agenda positiva. Por enquanto, de acordo com o relatório FOCUS, as expectativas do mercado para o crescimento do PIB convergem aos 2,3%, para o câmbio aos R$ 4,09, ao passo que para o IPCA vão abaixo do centro da meta, chegando a 3,60%.


 

Fonte: IEG FNP

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